segunda-feira, 5 de abril de 2010

Poema do desenho


Há poemas que não se escrevem, desenham-se, depois, com sensibilidade, ou ilusão descrevem-se com emoção.
Este que vejo, que fixo, que me transforma, é quase paixão. É linha única, de homem, talvez rapaz, que brinca, que joga.
A linha é precisa que o desenhador não é qualquer, (por isso quem vê, imagina que o que se joga, não é só brincadeira, é coisas outras, mais profundas, só dele, que sentiu). Dentro da forma, a dar-lhe cor e sorriso, no mesmo corpo, nas mesmas linhas, está mulher, talvez menina. O poema, não está na linha, está na sombra, suave e colorida do abraço da mulher.

Tentativa de descrição do poema desenhado de Mestra Almada - La raqueta Japonesa

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